Medidas para diminuir os riscos em condomínios

 

Eleger um grupo de condôminos composto por engenheiros, arquitetos e profissionais capacitados em manutenção predial, para efetuar vistorias de análise de riscos e detectar os pontos frágeis e vulneráveis da edificação. Caso não seja possível, o condomínio deve contratar um especialista.

• De posse do relatório de análise de riscos, será possível elaborar e implantar um plano de ação de curto (problemas graves), médio e longo prazos. É ideal a aprovação do programa em Assembléia Geral.
• Manter um programa de manutenção permanente para elevadores, bombas d’água, extintores, pára-raios, interfones, portões, alarmes, etc.
• Desenvolver um programa de conscientização dos moradores – por meio da divulgação em quadros de aviso, circulares e boletins – sobre medidas preventivas já contidas no Regulamento Interno, com destaque para aquelas mais pontuais em áreas específicas, se for o caso.
• Colocar quadros explicativos de uso e cuidados no manuseio de equipamentos em áreas específicas como sala de ginástica, sauna e playground.
• Restringir acessos em áreas como casa de máquinas e de bombas, piscinas e salão de festas. É recomendável, no caso das piscinas, estabelecer que crianças devem estar permanentemente acompanhados dos pais ou responsável.
• Desenvolver um programa de treinamento contínuo para os empregados, orientando-os sobre como utilizar corretamente produtos de limpeza, equipamentos, avisos de sinalização, etc.
• Comprar e exigir o uso, pelos funcionários, dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) – botas, luvas, óculos, máscaras, capacete, avental, etc.
• Guardar as notas fiscais da compra desses equipamentos e exigir que os funcionários assinem um termo de recebimento e de orientação sobre como empregá-los.
• Manter e melhorar a sinalização (alerta de piso molhado, rota de fuga de incêndio, placas de extintores – com identificação de tipos e usos – , hidrantes, quadro de força/ alta tensão).
• Elaborar e implantar um plano de contigência para o caso de incêndio. Ele deve ser preparado pelos brigadistas, moradores e empregados que fizeram o curso de brigada de incêndio. Esse plano vai relacionar as medidas a serem tomadas ( desligar o quadro de força, ligar para o Corpo de Bombeiros, procurar as rotas de fuga, andar agachado em lugares com fumaça, não usar elevadores, e assim por diante).
• Treinar os funcionários e os condôminos interessados sobre primeiros socorros. Embora não obrigatória, essa medida é de fundamental importância.

Fonte: Revista SECOVI/ SP.

 

Guia Você Busca – Impresso – Pág. 22.

Edição 69 – Ano 6 – 2017 – Vale do Paraíba.

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