Moradia compartilhada não exige fiador nem seguro-fiança

 

O mercado de locação de imóveis passou por grandes dificuldades nos últimos anos. A crise no setor fez o preço dos aluguéis cair na maioria das regiões. Além disso, o inquilino tem grandes dificuldades no momento de locar pela exigência de fiador que, na prática é uma pessoa que se responsabilize por aquele contrato caso o locatário não pague. “Atualmente, ninguém quer emprestar o nome para outra pessoa, pois já tiveram problemas no passado. Isso é algo muito arcaico. A outra alternativa é o seguro-fiança, que pode ser contratado através de uma instituição financeira. Porém, como todo seguro, este valor é pago e não retorna. Além disso, muitas vezes a seguradora não aprova o cadastro, pois entende que aquela pessoa representa um risco alto de inadimplência. Hoje, mais de 61 milhões de brasileiros estão com o nome sujo, o que representa mais de 40% da população adulta”, explica Cecília Maia, Diretora Geral da Gamaro Incorporadora.

Agora, uma nova forma de moradia chega ao Brasil e deve revolucionar o modo de como as pessoas moram. Já consolidado fora do país, o co-living (moradia compartilhada), não exige nenhum tipo de comprovação de renda, nem seguro-fiança ou fiador. A pessoa interessada terá que pagar a mensalidade que inclui o pacote de aluguel, condomínio, serviços e seu apartamento mobiliado. “Eliminamos o maior problema de quem deseja alugar um imóvel. As pessoas não querem burocracia e nem compromisso de um contrato longo de aluguel e com multa. Isso vai começar a mudar e nós estamos na vanguarda deste movimento de mercado”, ressalta Cecília. O primeiro prédio do Brasil construído para esta finalidade e de uma única incorporadora acaba de ser inaugurado pela Gamaro, empresa especializada em projetos inovadores. Com 243 apartamentos disponíveis, o residencial KASA, localizado na Vila Olímpia possui todas as facilidades dentro do próprio edifício. Coworking para quem deseja trabalhar, lavanderia que funciona através de app, restaurante e academia day use, em que é possível comprar uma única aula. “No nosso coliving ninguém paga por aquilo que não utiliza. As academias e piscinas dos prédios residenciais tradicionais são usadas por poucos moradores, mas todos dividem as despesas”.

Por ser uma região com muitas universidades, inicialmente o foco era estudantes que gostariam de acordar e andar 100 metros para chegar no seu local de estudo. Porém, outros públicos começaram a surgir. Pessoas que acabaram de se divorciar, estrangeiros que vieram para trabalhar e querem fazer amigos e executivos que trabalham na região e não querem ficar amarrados com longos contratos de aluguel. O projeto KASA deve se espalhar por diversas localidades de São Paulo. “Queremos que as pessoas quando mudarem de emprego tenham um Kasa bem ao lado e possam mudar de residencial com facilidade. Basta fazer a mala e entrar no apartamento no mesmo dia”, finaliza Cecília Maia.

www.gamaro.com.br

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